


Existem basicamente duas categorias de efluentes
líquidos: sanitários ou domésticos e industriais.
A emissão de efluentes líquidos, no ambiente, foi regulamentada pelo
Protocolo de Annapolis da mesma forma que a emissão de gases foi
regulamentada pelo Protocolo de Quioto.
O lançamento de efluentes, num corpo d' água, pode ser efetuado por um
emissário submarino ou sub-fluvial. O seu funcionamento é extremamente
simples e eficiente no tratamento dos esgotos.Geralmente é precedido por um
interceptor de esgotos e por um emissário terrestre. O primeiro emissário do
mundo foi construído em 1910 em Santa Mônica, na Califórnia.O maior
emissário do mundo foi construído em Boston - U.S.A. No Brasil, existem
algumas dezenas de emissários submarinos e sub-fluviais, entre os quais os
de Ipanema, Barra da Tijuca e Rio das Ostras, no Estado do Rio de Janeiro, o
de Fortaleza e os dois de Maceió em Alagoas, Aracaju, Salvador, Vitória,
Guarujá, Santos, São Vicente e Praia Grande (SP). Saturnino de Brito Filho,
em 1972, junto com o engenheiro sanitarista Jorge Paes Rios, projetaram e
construíram o primeiro emissário sub-fluvial do Brasil em Manaus,no Estado
do Amazonas, e o segundo em Belém, no Estado do Pará. Para o cálculo da
diluição, da dispersão e do decaimento bacteriano químico ou térmico são
utlizados, normalmente modelos matemáticos e, eventualmente, em lançamentos
de efluentes industriais, com grandes vazões, como o de uma Usina Nuclear
também modelos físicos.
