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As águas residuais em decomposição anaeróbica produz gases que, em espaços
fechados, como tubulações ou estações, podem estar concentrados a níveis
perigosos, exigindo o uso de material especial e equipes de resgate. O gás
sulfídrico é o principal responsável pelo cheiro característico do esgoto em
decomposição anaeróbica. O método de cloração de águas residuais, já tratado
previamente numa Estação de Tratamento (ETE), pode contribuir na redução de
patôgenicos no lançamento dos efluentes. Revelou-se ser o processo de menor
custo e de elevado grau de eficiência em relação a outros processos como a
ozonização que é bastante dispendiosa e a radiação ultra violeta que não é
aplicável a qualquer situação.
O gás mais perigoso presente é o metano por ser explosivo, já tendo causado
a morte de alguns operários de companhias de saneamento.
Efluentes são geralmente produtos líquidos ou gasosos produzidos por
indústrias ou resultante dos esgotos domésticos urbanos, que são lançados no
meio ambiente. Podem ser tratados ou não tratados. Cabe aos órgãos
ambientais a determinação e a fiscalização dos parâmetros e limites de
emissão de efluentes industriais, agrícolas e domésticos. Para isso, é
necessária a implantação de um sistema de monitoramento confiável. As
exigências da legislação ambiental levaram as empresas a buscar soluções
para tornar seus processos mais eficazes. É cada vez mais freqüente o uso de
sistemas de tratamento de efluentes visando a reutilização de insumos (água,
óleo, metais, etc), minimizando o descarte para o meio ambiente.

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